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Para quem não leu o primeiro artigo, o The Venice Project é um software criado pelos mesmos criadores do Kazaa e do Skype e exibe canais de TV gratuitamente na internet, sugiro que primeiro leia a primeira parte da análise, pois esta aborda apenas a parte de interface gráfica do mesmo.

Como prometi, ontem gravei o vídeo mostrando a interface gráfica do The Venice Project – a versão que testei é a 0.7.2. Ficou legal, nele eu descrevo todas as funções do Venice e mostro como é a interface gráfica.

O segundo vídeo gravei para mostrar o Venice na TV(Minha Radeon X1300 possui saída para TV), no entanto como a qualidade da minha câmera digital para vídeos não é boa, não ficou muito legal. Ao contrário do vídeo que gravei, os vídeos do Venice ficam melhores na TV.

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Caros leitores, em novembro eu publiquei aqui no blog que Janus Friis, um dos criadores do Kazaa e do Skype estava com um novo projeto, chamado Venice. Tratava-se de um programa onde os usuários assistem tv pela internet gratuitamente É? os gastos com manutenção seriam pagos por anunciantes.

Pois bem, o The Venice Project é um software(ou programa, como preferir) que veio para revolucionar a internet, ele exibe canais de TV online do mundo inteiro e é totalmente grátis, contudo ele está em fase beta fechada(fase de teste), ou seja, apenas quem tem convite pode fazer o download do programa e testar. Contudo ontem eu tive a felicidade de receber um convite do José Moreno do Tese & Antítese, que deu 2 convites – o outro “sortudo” foi o Alexandre Fugita. Muito obrigado José!

Introdução

A interface do Venice  - Menu principal

Separei esta análise em duas partes, a primeira é escrita, descrevendo várias coisas do Venice. A segunda – que publicarei no máximo em 3 dias – será um vídeo mostrando como é a interface e as opções do Venice.

Neste artigo vou analisar as opções do Venice e minha experiência em relação ao The Venice Project versão 0.7.2. Como é um artigo grande, tive que colocar apenas uma introdução na página inicial, clique em ?continue lendo.

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Sempre eu vejo alguma notícia interessante no rec6, mas deixo para visitá-las depois. Acontece que quando eu voltar à notícia pode não está mais na página principal. Ai lá vai eu me lembrar “mais ou menos” o título da notícia para pesquisar.

Percebi que o rec6 está em constante desenvolvimento e aperfeiçoamento, seus desenvolvedores não estão dormindo no ponto porque o rec6 já é um “pouquinho conhecido”, pelo contrário, sempre há novidades.

Rec6 A bola da vez agora é o plugin de comentários sincronizados – que está em fase beta fechado. Este plugin faz com que comentários no blog da notícia automaticamente apareçam no rec6 e vice-versa. O BrPoint e o Techbits estão testando. Algo realmente interessante.

Mas vamos ao que interessa, o motivo deste artigo é que tenho uma sugestão ao rec6.
Seria ótimo se o rec6 implantasse um sistema de “Minha lista de notícias”, claro que com um nome melhor do que eu dei agora, hehe.

Mas afinal, o que seria isto ora bolas?

É um sistema onde os usuários adicionam as notícias do rec6 à sua lista de notícias, as que ele mais gostou ou as que quer ler depois com mais tempo, esta lista pode ser publica ou privada.

[Atualização]Exemplo:
Imagine uma pessoa acessando a internet no trabalho apenas para
conferir algo, pode ficar online apenas 5 minutos. Mas o funcionário é
espertinho, ele aproveitou que estava na internet e acessou ao rec6
para ver as últimas novidades, no entanto não há tempo para ele ler as
notícias completas, apenas os títulos e as descrições no próprio rec6.
Então o que ele faz, ele adiciona “na sua lista de notícias” as
notícias que lhe interessaram pelo título e após o expediente, irá ler
elas quando chegar na sua casa e as quais ele gostar, irá votar.[/Atualização]

Mas como funcionaria?

Sugestão ao rec6 - Minha lista de notícias

Abaixo de cada notícia teria um link do tipo “Adicione a sua lista de notícias”, ao clicar o usuário adiciona a notícia à sua lista – pode haver mais funções, como a inserção de comentários ou tags.

E como visualizar “sua lista de notícias”.

No próprio rec6, seria criada uma página para que sejam visualizadas todas as notícias que você adicionou, com opção de remover as mesmas.

Deste modo, as notícias que os usuários mais gostaram ou que querem ler depois com mais tempo ficariam salvas no rec6, dando aos usuários maior conforto e menos trabalho.

Antes que me falem, eu sei que existe o del.icio.us, mas no próprio rec6 seria melhor, pois lá podemos acompanhar o número de votos e os comentários.

Futuramente o rec6 poderia até utilizar a quantidade de vezes que uma notícia foi adicionada à “minha lista de notícias” como critério para gerar o ranking de notícias. Existem infinitas possibilidades para a “Minha lista de notícias”, como adicionar feed as listas, para que desta forma possam ser acompanhadas por outras pessoas, criar plugins para exibir a lista em websites e blogs e etc.

Um site onde há algo parecido é o webtutoriais – site com diversos tutoriais, nele é possível adicionar tutoriais a “weblist”, onde o usuário pode ver depois com mais tempo.

Espero que alguém da equipe de desenvolvimento do rec6 visite este artigo e adicione este recurso ao rec6, pois acredito que seja realmente uma ótima recurso.

E vocês, acharam legal? Adicionariam algo?

Eu tecnicamente falando estou um tanto por fora do WiMAX, porém sei que é uma nova tecnologia sem fio para acesso a internet mais avançada e que vem supostamente para reduzir custos de infra-estrutura e conseqüentemente para os usuários finais. Não vou ficar aqui explicando o que é porque o intuito do artigo é outro, aconselho caso você não saiba o que é, visitar primeiro o artigo da Wikipedia sobre o WiMAX.

 

WiMAX - Anatel quer proibir telecom de disputar o leilão de freqüências do WiMAX

Como publicado na página da INFO, ocorre que no dia 8 deste mês a Justiça de Brasília derrubou liminar da ANATEL e garantiu às empresas de telecom o direito de participar do leilão de freqüências WiMAX. Leilão que deveria ter acontecido no final de 2006, mas há uma batalha judicial em torno do edital de licitação das freqüências WiMAX e algumas irregularidades no edital cancelaram o leilão, que deve ser realizado neste ano.

A Anatel quer proibir as operadores telefônicas de disputar freqüências WiMAX nas regiões onde já atuam como telefônicas e provedoras de internet por cabo. Nada mais sensato por parte da Anatel, que quer evitar monopólio – que já existe, pelo menos em São Paulo – das empresas de telecom.

A proposta da Anatel é a seguinte: empresas como a telefônica que já explora o Speedy e serviços de telefonia em São Paulo, não poderiam ter licenças do WiMAX em São Paulo.

Desta forma, criaria uma disputa pelo mercado de internet, “Speedy contra Provedor WiMAX” e conseqüentemente quem ganharia é o usuário, com preços mais baixos devido a concorrência.

No entanto a força das empresas de telecom é grande e nesta segunda-feira a 1ª região do TRF de Brasília entendeu, por unanimidade, que os argumentos da Anatel não são válidos. Em decisão escrita pelo juiz David Wilson de Abreu Pardo, o tribunal avalia que as empresas de telecom têm o direito de disputar o leilão quando este ocorrer.

As empresas de telecom afirmam que quanto mais companhias disputarem as freqüências, melhor será para o consumidor, já que haverá maior disputa para determinar quem oferecerá o preço mais baixo ao usuário pelo serviço WiMAX. E vai me dizer que você acredita em papai noel?

A Anatel não comentou a decisão. A decisão tem caráter liminar, e a Anatel pode apresentar recurso.

Portanto, nem tudo está perdido como o Julierme escreveu no NoveBytes. Ainda há uma luz no fim do túnel.

Esta semana blogosfera teve força para derrubar a decisão do tribunal de justiça para impedir o acesso ao YouTube. Nos mostrou se nós blogueiros nos unirmos conseguimos fazer um barulho enorme na internet brasileira.

Será que a blogosfera força para fazer barulho o suficiente para empurrar as empresas de telecomunicações para fora deste leilão?

Eu não tenho a mínima dúvida. E você?

Não pessoal, eu não escrevi errado, é isto mesmo que vocês leram no título do artigo. Embora pareça um trocadilho dos anúncios que os ambulantes brasileiros adoram anunciar – “Pague 2 leve 3″ – é o que realmente OLPC pretende fazer.

Segundo Michalis Bletsa, diretor de conectividade da OLPC, o laptop de US$ 100 – que atualmente custa US$150 – será vendido aos usuários finais – contradizendo o que foi dito no inicio do projeto, que iria ser comercializado apenas para governos de países emergentes e ONGs, ajudando na inclusão social.

Laptop de US$ 100

A OLPC pretende com o lucro das vendas para o usuário comum criar uma importante fonte de renda para financiar a venda do laptop em nações pobres. Eles pretendem vender em sites de e-commerce como o eBay e outros pelo dobro do valor, desta forma, quando um usuário comum comprar um laptop ele vai financiar a entrega de outro para um criança em um dos países participantes do projeto.

Particularmente gostei da idéia, de forma indireta os países ricos ajudaram os pobres.
No entanto a venda de laptops para usuários finais deve acontecer apenas em 2008 e são países participantes do programa até este momento Brasil, Argentina, Uruguai, Nigéria, Líbia, Paquistão e Tailândia.

Se implantado no Brasil de forma correta, com treinamento adequado tanto para os professores como para os alunos, o projeto terá tudo para dar certo, caso contrário veremos a criançada no morro avisando os traficantes por e-mail que a polícia está subindo, será nova geração do trafico de drogas.

Piadas a parte, o que pensam a respeito do laptop de US$100?

É isto mesmo que você leu no título, o excelente serviço de armazenamento de arquivos box.net agora é pago. Quem descobriu foi o Diego, que publicou no brincandodeti.

Você que tinha uma conta lá deve estar pensando o que aconteceu com seus arquivos?

Calma, o serviço continua gratuito para aqueles que já eram cadastrados no serviço antes, portanto se você já tinha um conta no box.net você continuará a utiliza-lá normalmente sem pagar um real. Portanto, passa a ser pago apenas para os novos usuários.
Box.net, serviço de armazenamento de arquivos online agora é pago

Mas afinal, quanto custa?

Há três planos, Basic, Premium e PRO

O plano Basic, oferece 1GB de armazenamento que inclui as características básicas, permite apenas arquivos até 10mb e o compartilhamento publico de arquivos é limitado. Este plano custa US$ 10 por ano.

O plano Premium oferece 5GB de armazenamento, permite enviar arquivos de tamanho ilimitado, criação de 3 sub-usuários, permite um compartilhamento publico completo, incluindo a postagem de arquivos em seu blog. Este plano custa US$ 4,99 por mês ou US$ 49,99 por ano.

O plano Pro oferece 15GB de armazenamento, não há limitações, criação de 20 sub-usuários e permite acesso pelo celular. Este plano custa US$ 9,99 por mês ou US$ 99,99 por ano.

Eu tenho uma conta no plano Basic – gratuita, e realmente o serviço deles é ótimo, se tivesse que pagar por algum serviço deste gênero, com toda certeza pagaria pelo box.net.

Há, então você não quer pagar para hospedar seus arquivos?

Simples, utilizem o MegaUpload, 4shared, RapidShare entre outros. Se for apenas para imagens recomendo o ImageShack.

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